domingo, 26 de agosto de 2012

Aprender com os erros... outra vez

Não é super irritante quando fazemos merda que há algum (ou  muito) tempo atrás tinhamos prometido que não voltávamos a fazer? É muito irritante. E ridículo. E faz-me sentir ridículo também.

Message for the day: stop looking for great things in stupid places!!!

Porque se o tempo apaga tudo (as coisas más que queremos muito esquecer, por exemplo), também apaga aquelas coisas que não queríamos esquecer porque foi um cagalhão tão grande na altura que nem pensar em repetir a experiência. E as pessoas são tão estúpidas (e há tantas, mas tantas) que elas próprias nos ajudam a pensar "Porque é que tens tanta vontade em ser estúpido também??"

APRENDE!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

It's all Plato's fault

Estou irritado. E, por outro lado, extremamente bem disposto. Isto é a coisa mais estranha dos últimos tempos. And that's saying something.

Estou irritado porque continuo a ser um babaca pelas coisas erradas. Ou seja, a preocupar-me com aquilo que não deveria preocupar-me. A ser obcecado (ou quase...) com coisas que não deveriam ocupar espaço mental. Estou irritado porque a vida não dá volta para melhor sem dar outra para pior. E ando nesta puta de corda bamba em que não dá para ser totalmente infeliz nem saltar de felicidade total. Talvez isto seja a "vida". Mas também isso é irritante. E ridículo, foda-se!

A maior parte das vezes, sabe-me bem ter a vida como uma incógnita, não saber o que pode vir a acontecer. Mas outras vezes, apetecia-me saber, não sofrer com esta antecipação do que vai acontecer ou não e quando. Merda!

Por outro lado, lembro-me de coisinhas positivas que vão acontecendo, de situações boas e fico tranquilo, fico quase feliz.

Eu sou o espelho das duas faces. Eu sou a comédia e a tragédia. Dizem que o Platão era bipolar e eu também acho que sim. Quem diz é quem é, por isso... fodeu.


Pois.


PS. Podia personalizar. Podia falar do que me tem passado pela cabeça. Podia falar da merda que tem sido viver alguns dos meus dias neste(s) último(s) mes(es). Mas também estou naqueles dias em que acho que a net não é para purgar.

Ponto final.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

(Where is the) weekend fun?!

Se tiver de apontar uma coisinha má, uma que seja, a esta nova fase da aviação... é isto:



Sexta-feira à noite, 23h23, e eu a preparar para ir dormir.

There's no such thing as perfection.


domingo, 22 de julho de 2012

Smaki Power

Vou aproveitar esta onda de paixão e boa disposição, harmonia e mimo, para dizer que, às vezes, sou mesmo maluco por ti.

And that's saying something.



quarta-feira, 11 de julho de 2012

Summertime

Bem, as boas notícias, tal como as más, nunca vêm sós. Pelo menos isso...

O verão está "aí". E digo "aí" porque as temperaturas estão amenas para quem vai a meio de Julho. Esta semana, em que posso ir à praia, está a 25º. Nas semanas seguintes, quando andar todos os dias de camisa de manga comprida, a passear pela placa, etc... espero de 35º para cima. Mas enfim, não me queixo.

Esta semana, vou tentar apanhar um solzinho para começar o novo trabalho com bom aspecto. Mas o que eu queria mesmo eram uns cinco dias com amigos, num sítio bonito e fora daqui, porque a partir da próxima semana acabam-se as férias este ano, muito provavelmente. E no Verão, de certeza.

Gostava de ser daquelas pessoas que, de forma metódica, preparam a ida à praia: tupperware com frutinha num saco térmico para ficar sempre fresquinha, tapa vento, guarda sol, livro, revista, etc... Eu, geralmente, quero é lá chegar e deitar ao sol...

E não há nada melhor que acabar um dia fantástico de praia e ir para o bar, comer coisas boas e beber minis ou sangria fresquinha. Ou então vir a casa, tomar um banho bom e ir ao teatro. E depois, ir sair um pouco. Para mim, isso é que é verão...

Este ano, será um pouco diferente, mas, again, não me queixo. Porque, na verdade, eu gosto é do verão.




quinta-feira, 21 de junho de 2012

Happy ever after

Vou dizê-lo: ser adulto é fodido. Não só para mim, para todos. Crescer, ser "grande" é fodido, é difícil, é complicado.

 "Quando eu for grande, vou ter um grande emprego, ganhar dinheiro, vou ter isto e aquilo, vou apaixonar-me, ter uma relação assim e assado, depois casamos, depois temos filhos, vamos viajar, vamos fazer estas coisas e aquelas, ser aquele tipo de pessoas, super fixes e felizes e estilosas, vamos sentir-nos desta forma e daquela e tudo, mas mesmo TUDO vai correr bem."

Pois.

E, de repente, somos grandes. É agora que temos de fazer com que todas as coisas que queríamos aconteçam. É agora que temos de arranjar aquele trabalho, para podermos ter a casa e o carro e as viagens. É agora que temos de viver a vida estilosa e feliz com que sonhávamos. Mas é tudo tão mais difícil do que parecia naquela altura.

E chegar à conclusão que as coisas podem ser ligeiramente diferentes, custa. Custa muito. Talvez não tenhamos tanto dinheiro assim. Talvez não tenhamos tão sucesso. Talvez não sejamos assim tão felizes. Talvez as pessoas com quem temos relações não sejam tão perfeitas como pensámos que iam ser. Talvez não sejamos as pessoas tão em controle da sua vida como pensámos que íamos ser.

Pior ainda, é chegar à dura, duríssima conclusão que, na verdade, as coisas podem não ser DE TODO como antecipámos. Chegar à conclusão que talvez não encontremos aquela pessoa que nos faz sentir seguros e realizados como sempre imaginámos, alguém que nos vai proteger, que se calhar vamos ter de passar pela vida e batalhar sozinhos, que talvez seja esse o nosso "karma". Isso é difícil.

É bem possível que todos passem por esta experiência. A questão é que, tanto quanto sei, nunca vivi antes por isso só agora me apercebo disto. E apercebo-me não só em mim. Em amigos, em pessoas próximas que vão saboreando o amargo destas conclusões e ficam no mesmo espanto.

Mas afinal não era suposto ser tudo bom? Não era suposto sermos felizes, porra? Então e o "viveram felizes para sempre"?? Não conta? Não existe? A culpa é da Disney, a culpa é totalmente da Disney.

E, para não pensarem que vou ficar a cortar os pulsos, depois de acabar este post (e mesmo para vocês próprios não se afogarem em ranho e lágrimas depois destas conclusões ultra-depressivas) aqui fica esta, de que tanto gosto.